terça-feira, 10 de novembro de 2009

Troca de experiências - Matéria do site Diabetes nós Cuidamos (Sanofi Aventis)


Floriani está com o Ironman na mira

Nadar 3.800 metros no mar, em seguida pedalar 180 km em bicicleta e finalizar com uma maratona de 42 km. Essas são as metas a que se propõe o triatleta Jean Martins Floriani, de 34 anos, que pretende participar da prova eliminatória para o Ironman, em maio do próximo ano, em Florianópolis. Com cerca de 1.500 participantes, essa prova vai definir os 50 escolhidos para disputar o Ironman mundial, em outubro de 2010, no Havaí.

Floriani sempre foi fã de esportes. Praticava basquete e, em 2005, ao trabalhar como voluntário numa prova do triatlo, apaixonou-se por essa modalidade e resolveu dar uma guinada no seu programa de atividades físicas. Desde então, vem treinando diariamente e já participou de diversas competições, classificando-se em terceiro lugar no Campeonato Catarinense de 2006. Ele conta que o triatlo dispõe de vários tipos de provas, desde o fast triatlo, com natação de 750 metros, 20 km de bicicleta e 5 km de corrida, até o Ironman, passando pelo Olímpico, com distâncias de 1.500 metros, 40 km e 10 km, respectivamente.

Tudo seria muito fácil se Floriani não tivesse que enfrentar alguns obstáculos. Casado e com dois filhos - Mariana, de 8 anos, e Pedro, de 3 -, ele trabalha no setor de informática durante o dia e se encarrega de buscar os filhos na escola, dar banho e jantar, porque sua mulher, Fernanda, chega do trabalho mais tarde do que ele. Assim, ele só consegue treinar à noite. "Às vezes saio para o treino às 21 horas e só volto à meia-noite", conta o triatleta.

Outro obstáculo que vem sendo vencido com galhardia é seu diabetes. Ele foi diagnosticado há 10 anos, depois de apresentar os sintomas clássicos, como excesso de sede, de urina e visão turva e teve de ser internado. Quando se iniciou no triatlo, passou por alguns momentos em que estava descontrolado. A partir de 2007, porém, começou a consultar-se com uma endocrinologista que mudou seu tratamento.

"Eu fazia medições apenas umas quatro vezes por semana, agora faço os testes várias vezes ao dia e sempre antes de iniciar um treino", diz Floriani.

Além disso, ela recomendou que utilizasse a insulina glargina e, com isso, ele passou a ter uma glicemia mais estável. Outra medida foi cuidar melhor da alimentação e abandonar os excessos. "Nesse ponto, o diabetes veio em boa hora, porque eu comia muita bobagem", confessa o triatleta.

Floriani considera que o diabetes não compromete seu desempenho. "Quando estou com a glicemia controlada, minhas condições são iguais às de um não diabético", afirma. Apesar disso, ele se diz realista e não aposta muito que estará entre os 50 finalistas. "Eu teria de treinar oito horas por dia e isso é impossível, porque tenho de trabalhar", raciocina o esportista.

(fonte: Site Diabetes nós Cuidamos -http://www.diabetesnoscuidamos.com.br)

Relato ao treinador dos primeiros 23 km

Aí Gus,
Cara, 23km feitos!

Percurso: Casa - Itacorubi - Beiramar - Centro Sul (11,5 Km) - Beiramar - Itacorubi - Casa (23 Km)
Suprimentos: 3 PowerGel, água, mp3, medidor e dinheiro (R$1,90 - hehehe...)
Total: 02:33:45
Frequência: 155 bpm (média)

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Primeiros 10Km em 01'03'' (casa de remo)
Glicemia aos 10 Km: 168
Tomei somente água.
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Retorno aos 11,5 km em 01'13'' (centro sul)
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Já na volta, no Trapiche, tomei 1 PowerGel
No Coxixos, comprei uma água gelada (melhor da minha vida), R$1,90.
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No segundo 10 Km (20Km): 02'09'' -> Tava bem e conseguindo manter o ritmo, apesar de cansado, é claro.


Aí, qdo já estava quase chegando, no Km 21,5 eu perdi todas as minhas forças, aí me dei conta que devia ter tomado o segundo PowerGel. Aí mandei ver...
Comecei então a caminhar e em seguinda medi a Glicemia: 77. Aí tomei o terceiro e continuei caminhando. 2 minutos depois já estava voltando a correr pra chegar em casa. Mas não aconteceu nada demais, trimilique nada, foi só falta de glicose mesmo.
Cheguei inteiro, melhor do que qdo fiz o primeiro e segundo 21kms, acredita? Claro que estava cansado e senti o calor e as pernas, mas acho que psicologicamente estava bem.
O que farei da próxima vez é levar outra fonte de CHO, como o GlicoDry que tenho aqui e entra redondo. Pq PowerGel de chocolate não rola, é difícil de entrar.
Mas é isso, estou bem satisfeito e feliz de ter conseguido. Achei importante te passar esse relato pra vc ficar sabendo como foi.

Seguimos treinando.

Abraços!!!

Jean
PS: Sexta a Bike ficou no Della. Eles vão trocar a corrente, cassete, pé de vela e coroas, que nunca foram trocados. Pego no meio dessa semana.